Assisti, ontem cedo, a uma reportagem da Globo envolvendo um adolescente que fugia da fiscalização policial a velocidade de até 110 km/h, com o capô do carro levantado. Durante 8 minutos, o menor percorreu cerca de 10 quilômetros, por várias ruas da cidade, sem atender à sinalização.
A perseguição policial, na circunstância, expunha claramente a integridade física das pessoas que ocupavam a via pública, estivessem ou não a pé. De modo que vale – assim penso – a seguinte recomendação aos fiscais de trânsito: Em vez de empreenderem arriscada perseguição ao infrator, por que não contatar outros fiscais da área, estrategicamente situados, para uma abordagem sem maior risco?